A FREE FASHION UTILIZA VÁRIOS PROCESSOS DE GRAVAÇÃO, AQUI VAMOS EXPLICAR UM AUM DE UMA MODO SIMPLIFICADO PARA QUE VOCÊ CLIENTE TENHA UMA NOÇÃO BÁSICA DE CADA PROCESSO.

1)- SILK SCREN E SERIGRAFIA

2)- GRAVAÇÃO U.V

3)- GRAVAÇÃO LASER

4)- IMPRESSÃO DIGITAL

5)- SUBLIMAÇÃO

A SERIGRAFIA ou SILK SCREN, é atualmente o processo mais utilizado para estampar peças como camisetas, moletons, jeans, cerâmicas, adesivos, etc. O principal motivo de essa ser a técnica predominante na indústria da estamparia é o imenso leque de opções que ela abre. Ao longo dos anos os fabricantes de tintas e demais insumos vem fazendo lançamentos de produtos inovadores que estão dando novos ares ao já centenário silk-screen.

Abaixo descrevo para você as etapas deste processo secular, pois acredito que todo designer deve ao menos ter noção de como suas criações são estampadas em roupas e afins.

1º Arte gráfica

Tudo começa com o trabalho do designer, que geralmente junto com o estilista da peça estuda qual será o estilo da estampa, as cores, o tipo, os efeitos, a localização, etc. Baseado neste planejamento o designer criar o desenho da estampa, que nesta parte do processo é chamada de arte.

2º Separação de cores

A arte é criada geralmente em softwares de ilustração vetorial como o Photoshop, Illustrator e Coreldraw. Depois de pronta deve ser feita a separação de cores, pois a serigrafia exige que cada cor seja gravada em uma matriz diferente, para que, quando estampadas todas juntas formem a figura colorida.

3º Impressão de fotolitos / negativos

Agora é chegada a hora de imprimir os fotolitos (também chamados por alguns de negativos, vegetais, poliéster, etc). A qualidade da separação de cores e dos fotolitos vai influenciar diretamente na qualidade da estampa. De nada vai adiantar uma arte bem desenhada se as cores não encaixarem perfeitamente na hora de silkar.

4º Gravação de matrizes

Depois de impressos os fotolitos, os mesmos são enviados a serigrafia para a gravação das matrizes. Matrizes nada mais são que quadros de metal ou madeira com uma tela bem esticada, onde é passada uma emulsão fotossensível que em contato com uma fonte de luz UV endurece onde não está o fotolito, permitindo assim a revelação da arte do fotolito na matriz.

5º Preparação dos insumos

Nesta etapa ocorre a preparação do material usado na estampa. É feito o registro das matrizes para que o encaixe seja perfeito, as cores são matizadas / misturadas, os rodos preparados, etc…

6º Impressão

É nesta hora que a mágica ocorre: sua arte desenhada em computador se transforma em algo real, estampado sobre uma roupa. Primeiramente você prende as camisas no berço da mesa de silk. Coloca a tela encaixada no registro que é o encaixe perfeito da tela na mesa, para não errar e sair desencaixado o desenho. Colocasse a tinta em um faixa horizontal acima do desenho na tela.

serigrafia1

Pega-se o rodo de aplicação do silk e passa sobre a tela cobrindo todo o desenho fazendo uma certa pressão para a tinta passar através da tela e penetrar no tecido da camisa. Repita algumas vezes a passagem do rodo e retire a tela sem deixar excesso de tinta sobre o desenho. Use um secador elétrico ou Flashcure para secar a tinta aplicada. Repita até 3 vezes esta aplicação de tinta e secagem para formar uma película sólida de tinta não muito grossa grudada ao tecido. Desta forma consegue-se uma maior durabilidade da aplicação da tinta sem rachaduras ou descolamento.

7º Secagem e cura das tintas

A pré secagem de estampas geralmente é feita com sopradores térmicos e flash cure. Tintas à base d’água curam a temperatura ambiente, já plastisois precisam de uma cura em estufas.

8º Limpeza dos equipamentos.

Por fim, são limpas as matrizes e rodos para que estejam em perfeito estado na próxima utilização.
Os processos e equipamentos da serigrafia são muito variados, e a perfeita execução de todos é o que vai determinar a qualidade do serviço. Se tiver a oportunidade, vá visitar alguma serigrafia para conhecer sua dinâmica e fluxo de trabalho que será uma experiência enriquecedora.

Impressão UV

A impressão digital UV (também conhecida como gravação uv) é um processo de altissíma qualidade que permite excelente reprodução e fidelidade de cor, com resolução de até 1440x1200dpi.

Além disso é um processo que cura a tinta instantaneamente durante a impressão, isso significa que o seu produto sai da impressora pronto para uso ou manuseio.

Por esse motivo, é o processo ideal para impressão de materiais promocionais, placas, impressão materiais rígidos e não absorventes como acrílico, MDF, PS, PVC, alumínio e aço inox, personalização de brindes, entre outros.

Tudo isso com altissima resolução e alta fidelidade de cores.

E ahhh, estava quase esquecendo: é possível fazer a impressão de dados variáveis. Ou seja, é possível que cada produto seja personalizado especialmente para cada pessoa que irá recebe-lo.

Gravação à laser é um processo coloração permanente em uma superfície. Este superfície pode ser metal, plástico, madeira, papel, vidro e outros vários elementos sólidos. Olhando pelo lado do processo de gravação você poderá diferenciar facilmente o processo de gravação à laser do processo de corte ou estampo. Utilizando uma “router” é possível cortar partes de metal, madeira ou plástico de uma peça. O Estampo é um processo similar à gravação, porém o estampo retira material e portanto a gravação é de baixo relevo. O baixo relevo é muito utilizado para a gravação de placas de comemoração e identificação enquanto o coloração é tem um acabamento muito mais fino e portanto, mais detalhado.

Gravação à Laser

Para o que a maquina de gravação à laser é utilizada? Não há melhor maneira de aderir valor a um objeto pessoal ou a um item de decoração do que uma personalização com um laser. Peças com alta tecnologia embarcada como nos casos das industrias automobilística e aeronáutica requerem uma codificação a partir de gravação à laser para que possam ser rastreadas durante toda a sua vida útil.


Gravação à Laser em Metais

Gravação à Laser em Metais

Metal é um dos materiais mais populares em termos de gravação à laser e é amplamente empregado para objetos de decoração, ferramentas e equipamentos, peças de computadores, peças de carros e aeronaves e até mesmo panelas e eletrodomésticos são gravados à laser. Itens de alto valor como, por exemplo, ouro e prata são gravados à laser para comprovar sua autenticidade. Para a gravação à laser em metais a tecnologia de Laser Fibra é a que apresenta melhores resultados em termos de qualidade e maior vida útil.


Gravação à Laser em Plástico

Gravação à Laser em Plástico

O plástico é outro material com amplo emprego de gravação à laser e oferece ao plástico muitas opções de uso. Copos de medição e colheres ganham símbolos de gramas e litros através do laser. Nomes e logotipos de marcas são gravados em utensílios domésticos, brinquedos e equipamentos eletrônicos. Plásticos de engenharia ganham identificação de lote, modelo e até mesmo código de barras para melhor identificação e rastreamento.

Estamparia digital

A Impressão digital têxtil dispensa a fabricação de matrizes ou cilindros, além de possibilitar a produção em pequena escala. Porém, devido ao alto custo da tinta e do maquinário, a estamparia digital custa em média 3 vezes mais que outros métodos tradicionais de estampar.

Outro grande diferencial da estampa digital é a alta resolução dessas impressoras de tecido. É possível imprimir até fotos através da estamparia digital.

Existem vários tipos de impressoras digitais, que se encaixam praticamente em dois grupos:

  • Plotters, que inicialmente foram construídas para impressão de papel, e posteriormente adaptadas para imprimir ou estampar tecidos.
  • Máquinas de impressão digital em tecidos, com cabeçotes criados exclusivamente para estampar tecidos digitalmente.

E como funciona a Sublimação?

Existem duas formas básicas: Impressão direta e transferência térmica.

A transferência térmica é o processo mais antigo. Nela se adapta impressoras jato de tinta para trabalharem com a tinta sublimática para ser impressa em papéis especialmente tratados.

A impressão destes papéis é transferida para o material pela prensagem a quente do papel sobre a superfície a ser impressa.

É exatamente igual a um transfer, só que a tinta é especialmente desenvolvida para esta aplicação, de modo que haja a transferência dela sobre o material.

Com o tempo, foram desenvolvido equipamentos para fazer a impressão diretamente sobre o material.